Me chamaram,
explicaram tudo e por mais que eu parecesse entender, eu estava péssima por
dentro, meu pai iria viajar amanhã para amenizar o clima e não ocorrer mais
briga.
- Pai
mas amanhã vou cantar.
- Filha
eu vou estar com você lá em pensamento, sua mãe vai gravar tudo para eu ver
tudo.
- Tudo
bem. ~Nessa hora meus irmãos chegaram~ - Indo nessa, boa noite.
Cheguei na escola
não era nem 6 horas, as lagrimas escorriam sem eu perceber, penso que o peso de
só eu saber era mais que doloroso, como meus irmãos iriam reagir?
- Lua
você está chorando? ~O Arthur veio se aproximando~
- Não,
é só...
- Um
cisco que caiu?
- Não
quero falar sobre, pode ser?
-
Claro, com uma condição.
- Qual?
- Seca
o rosto e me ajuda.
- Chato
rsrs.
-
Arranquei um sorriso seu. Já comeu?
- Não.
- Vamos
assim se terminarmos rápido, vamos lá em casa e comemos, minha mãe sempre faz
um café delicioso.
- Eu te
ajudo e decidimos tá?
- Ok.
(...)
- Terminamos.
- Ainda
são 6:22 Lua, jura que vai ficar com fome 38 minutos? Logo você?
- Logo
eu? Kkkkk acho que não e não to afim de ir pra casa.
-
Vamos, você de carona.
- Desde
quando tem carro?
- Não
tenho, mas tenho uma ultra máster bicicleta.
- Você
é o pior kkkkkk.
- Você
só dá risada.
Lua...
Fomos para a casa dele, a Dona Kátia estava
tomando banho, sentamos na mesa, comemos e contei os motivos da minhas
lagrimas.
- Eu
tinha que dividir isso com alguém.
- É
sempre bom.
-
Estava ficando sufocada.
- Sei
que é difícil, mas tenta não pensar muito nisso e pare de chorar, isso me corta
o coração.
- Vou
tentar, juro.
- Lua
olha a hora, são 7:15!!!
-
Atrasados, corre.
-
Meninos deixo vocês lá.
-
Thank’s Dona Kátia.
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